VÍDEO COMPLETO!!!! VALE A PENA CONFERIR E SOCIALIZAR COM A TURMA TODA!!!
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O Anão que Virou Gigante - audiodescrição Mil Palavras
VÍDEO COMPLETO!!!! VALE A PENA CONFERIR E SOCIALIZAR COM A TURMA TODA!!!
O Anão que Virou Gigante - audiodescrição Mil Palavras
VÍDEO COMPLETO!!!! VALE A PENA CONFERIR E SOCIALIZAR COM A TURMA TODA!!!!!
A audiodescrição é um recurso de
acessibilidade que permite que as pessoas com deficiência visual possam
assistir e entender melhor filmes, peças de teatro, programas de TV,
exposições, mostras, musicais, óperas e outros, ouvindo o que pode ser visto. É
a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido, o que abre muitas
janelas do mundo para as pessoas com deficiência visual.
O que a Audiodescrição Possibilita?
Com este recurso é possível conhecer
cenários, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de
personagens de cena, bem como outros tipos de ação, utilizados em televisão,
cinema, teatro, museus e exposições.Desta forma, as pessoas com deficiência
visual poderão frequentar sessões de cinema, ir ao teatro e a outros
espetáculos, visitar museus, exposições e mostras, atividades que, geralmente,
não fazem parte do cotidiano destas pessoas; em primeiro lugar porque são artes
que exploram os recursos visuais tanto na cenografia como na caracterização dos
personagens e da época. Em segundo, porque a sociedade, em geral, impede o
acesso das pessoas com deficiência a determinados espaços, confinando-as a
conviver com seus pares em espaços especialmente destinados a elas, como as
escolas especiais.
Ainda é pequeno o número de ações que
visam possibilitar o acesso das pessoas com deficiência a todas as atividades
da vida diária, incluindo aqui as atividades sociais e culturais.
O feedback
das pessoas com deficiência visual que já experimentaram o recurso comprova a
sua utilidade e eficácia - há um aumento significativo do entendimento, o que
contribui para a inclusão social e cultural destas pessoas, ampliando, e muito,
suas opções de lazer e cultura.
Podemos entender a audiodescrição
como
[...] um
recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência
visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro,
programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos
de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como
aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de
informação sonora. É uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de
tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo
possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a
inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a
audiodescrição amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual,
idosos e disléxicos. (MOTTA & FILLHO, 2010, p. 7)
Esse Vídeo é muito bom para trabalhar com todos os alunos da escola pois fala da convivência e o respeito entre as pessoas!!! É muito importante trazer o diálogo sobre as diferenças para garantir espaço de respeito entre toda comunidade escolar!!!!
http://youtu.be/DzeeVPGN--Q
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Atividades para Alice!!!!
A
Deficiência Intelectual é a limitação em pelo menos duas das seguintes
habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e
segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas,
lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004,
por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões
com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o
intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente
sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas,
englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os
decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto,
prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de
Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De
acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população
mundial tem alguma deficiência intelectual.
São três as principais dificuldades enfrentadas por eles:
falta de concentração, entraves na comunicação e na interação e menor
capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não
compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado
diferente. Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço
organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos
elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o
raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um
início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma
coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a
habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois,
entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em
Psicologia Educacional da Universida
de Estadual de Campinas (Unicamp).
A falta de compreensão da função da escrita como
representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência
intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que
servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o
escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar
ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a
relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está
sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.
Listagem de nomes dos alunos da sala com fotos
QUEBRA-PALAVRAS COM
FOTOS DA TURMA DE ALICE
Estimula:
Interesse por letras e palavras, Composição de figuras e palavras,(no
caso de Alice os desenhos serão substituídos por fotos e o nome dos alunos da
turma), reconhecimento de letras, ordenação
das letras na palavra.
Descrição:
Pedaços de papel cartão com 15cm de
altura e comprimento de acordo com
a extensão da palavra (nome), nas
quais são desenhadas (ou coladas) fotos (Xerox) e, abaixo das mesmas, o nome
correspondente, em letra de forma. As cartelas são cortadas emtiras verticais
de forma que a cada letra corresponda um pedaço da foto do colega.
Exploração:
-Entregar para a
criança o conjunto de tiras de cada figura e sugerir que descubra qual o nome
poderá ser formada. A composição da figura é também a composição da palavra.
Caixa com fotos dos alunos da turma de Alice. A aluna deverá identificar a foto do colega e tentar dizer o nome, identificá-lo no cartaz da turma e montar o QUEBRA-PALAVRA desse coleguinha.terça-feira, 3 de setembro de 2013
Tecnologia Assistiva
Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo,
utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem
para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência
e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.
"As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das
suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito devem
incluir-se crianças com deficiência ou superdotadas, crianças da rua ou
crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nómadas, crianças
de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos
desfavorecidos ou marginais"
Infelizmente, nem sempre esses recursos chegam
até o aluno. Cabe a todos nós divulgar toda a informação necessária e,
principalmente, incentivar alunos e professores a fazer valer seus direitos.
A partir do Plano de Trabalho elaborado para o atendimento do aluno MANUEL através da criação e manutenção de um BLOG, achei super interessante esses recursos (TA) para facilitar a utilização do computador!! Busquei algumas informações sobre os recursos e socializo aqui com vocês!!!!Entre as tecnologias assistivas tem-se aparelhos ou adaptações fixadas ao corpo dos alunos com necessidades especiais que tem por objetivo proporcionar uma maior interação deste aluno com o computador.Os pesos da pulseira devem ser administrados (acrescentados ou diminuidos) de acordo com a idade, tamanho e força do aluno com paralisia cerebral.
As adaptações físicas são muito importantes. Uma postura correta do aluno com necessidades especiais frente ao computador, seja na sua cadeira de rodas, utilizando almofadas ou faixas para estabilização do corpo, constituem-se em ações necessárias e importantes no auxílio do processo de aprendizagem desses alunos.
Alunos que possuem seqüelas de paralisia cerebral apresentam o tônus muscular flutuante (atetóide) o que torna muitas ações no computador, como a digitação, um processo difícil, lento e penoso, devido a amplitude do movimento dos membros superiores na digitação. Para auxiliar estes alunos, têm-se a pulseira de pesos recurso este que “ajuda a reduzir a amplitude do movimento causado pela flutuação no tônus, tornando mais rápida e eficiente à digitação.”
Existem ainda as adaptações de hardware que são aparelhos ou adaptações presentes na parte física do computador, nos periféricos, que também ampliam a comunicação do usuário com a máquina.
Exemplos:
Mascara de teclado ou Colméia. Trata-se de uma placa de plástico ou acrílico com aberturas correspondentes a cada tecla do teclado, fixada acima do teclado e tem por finalidade evitar que a pessoa que apresenta movimentos involutários pressione teclas indesejadas.
Teclado Adaptado: assemelha-se ao teclado tradicional, porém com funções que facilitam o manuseio por pessoas com dificuldades motoras. Possui sete lâminas que são adaptadas de acordo com a necessidade do usuário, cujas teclas são digitais. Além de substituem funções de uso do mouse, essas lâminas podem auxiliar: no processo de alfabetização, na navegação na internet e no acesso a funções que exigem que se pressione duas teclas ao mesmo tempo. O teclado é conectado ao computador com cabo USB. Um exemplo de teclado adaptado é o Intellikey.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
AEE_Fechamento_Marcia
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
O
Atendimento Educacional Especializado – AEE já é, comprovadamente, uma
conquista social para todos que acreditam na inclusão como caminho para a
efetiva ação democrática na escola. Nessa unidade de estudos, foi possível se
apropriar ainda mais das informações que orientam e abrem espaços para
discussões sobre os diferentes fazeres realizados com as diferentes
especificidades dos alunos com necessidades especiais. O professor
especializado tem grande importância no processo de inclusão da escola como
lócus de atendimento de todos os alunos. É fato que mudanças significativas
ocorreram no Brasil de forma a contribuir positivamente na qualificação do
atendimento às crianças/adolescentes com necessidades especiais, mas vale
ressaltar que na prática, muita coisa ainda precisa ser feita para que a ESCOLA
seja espaço de construção de conhecimento para todos que estão nela inserido.
A qualificação do profissional que se dispõe a trabalhar com a
Educação Especial precisa ser uma constante, pois a escola ainda precisa se
qualificar e se apropriar das novas proposições de trabalho para oferecer o
atendimento que se faz necessário para que a inclusão realmente aconteça.
Superar a questão do direito à inserção e permanência nas escolas para que toda
comunidade escolar se faça presente em todo o processo de acolhimento e
inclusão com atendimento qualitativo e eficaz a todos os sujeitos. É preciso
superar a segregação do atendimento aos alunos com necessidades especiais que,
muitas vezes, ficam sob a responsabilidade única dos profissionais especializados,
numa “inclusão” que se limita à sala de Recursos e ao acompanhamento do
professor especializado e/ou estagiários. O diálogo e os conhecimentos precisam
ser compartilhados, assim como a responsabilidade de toda escola no processo de
inclusão. A escola precisa ser a protagonista, e para isso, deverá contar com
todos os profissionais, seus conhecimentos e também suas limitações. A formação
é de extrema importância para qualificar todo o processo.
A cada nova leitura, a cada novo debate, novas inquietações me
levavam para as práticas que são realizadas na escola que trabalho. Quanto mais
informações, maior amplitude tem nosso olhar sobre aquilo que estávamos
acostumados a ver e, muitas vezes, sem condições de ser crítico o suficiente
para contribuir, furtamo-nos em apenas saber que alguma coisa acontece. Por
isso achei de extrema importância toda aprendizagem sugerida, pois, mesmo não
atuando na sala de recurso com crianças com deficiência, me sinto capaz de
contribuir com o que é feito na escola.
A metodologia de estudo de caso (Roberto) apresentou um fato e
os desafios que precisavam ser vencidos para garantir o atendimento de um aluno
na escola. Pensar sobre situações “problema” foi importante para que a reflexão
sobre as inúmeras possibilidades fossem apresentadas pelos colegas que têm
diferentes situações que seriam “o problema” para resolver. Identificar
necessidades em alunos possíveis nos mostrou como a escola é, muitas vezes, um
grande obstáculo na vida de alguns alunos que precisam de atendimento
especializado. Perceber nossa escola e nos perceber protagonista no processo
foi muito importante para aguçar nosso senso crítico para as diferentes
situações que emergiram a cada novo diálogo.
Outra situação que muito enriqueceu meu conhecimento foi a
organização e o planejamento do plano de AEE para o aluno ser atendido na SRM
(Sala de Recurso Multifuncional). São muitas as possibilidades que se pode
pensar, porém a troca de experiências com aquele que atua na área, facilitou
muito compreender o que de fato seria possível. Elaborar um plano de trabalho
para aluno é, sem dúvida, o melhor caminho para estruturar ações necessárias
para o desenvolvimento da aprendizagem e atendimento às especificidades.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
TEXTO: O que é um bom curso a distância?
O
que é um bom curso a distância?
José
Manuel MoranEspecialista em projetos inovadores na educação
presencial e a distância
Texto publicado no boletim do Programa Salto para o Futuro da TV Escola sobre educação a distância em 2002 e disponível no endereço:
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/ead/eadtxt1c.htmhttp://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/ead/eadtxt1c.htm
Texto publicado no boletim do Programa Salto para o Futuro da TV Escola sobre educação a distância em 2002 e disponível no endereço:
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/ead/eadtxt1c.htmhttp://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/ead/eadtxt1c.htm
Quando olhamos para nossa experiência de alunos em sala de
aula, um bom curso é aquele que nos empolga, nos surpreende, nos faz pensar, nos
envolve ativamente, traz contribuições significativas e nos põe em contato com
pessoas, experiências e idéias interessantes. Às vezes um curso promete muito,
tem tudo para dar certo e nada acontece. Em contraposição, outro que parecia
servir só para preencher uma lacuna, se torna decisivo.
Um bom curso depende de um conjunto de fatores previsíveis e de uma "química", uma forma de juntar os ingredientes que faz a diferença.
No fundamental,um bom curso presencial ou a distância, possuem os mesmos ingredientes:
Um bom curso, presencial ou a distância, depende, em primeiro lugar, de termos educadores maduros intelectual e emocionalmente, pessoas curiosas, entusiasmadas, abertas, que saibam motivar e dialogar. Pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele saímos enriquecidos.
O grande educador atrai não só pelas suas idéias, mas pelo contato pessoal. Há sempre algo surpreendente, diferente no que diz, nas relações que estabelece, na sua forma de olhar, na forma de comunicar-se, de agir
Um bom curso depende também dos alunos. Alunos curiosos, motivados, facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúcidos e parceiros de caminhada do professor-educador.
Um bom curso depende também de termos administradores, diretores e coordenadores mais abertos, que entendam todas as dimensões que estão envolvidas no processo pedagógico, além das empresariais ligadas ao lucro; que apóiem os professores inovadores, que equilibrem o gerenciamento empresarial, tecnológico e o humano, contribuindo para que haja um ambiente de maior inovação, intercâmbio e comunicação.
Um bom curso depende, finalmente, de ambientes ricos de aprendizagem, de ter uma boa infra-estrutura física: salas, tecnologias, bibliotecas... A aprendizagem não se faz só na sala de aula, mas nos inúmeros espaços de encontro, de pesquisa e produção que as grandes instituições propiciam aos seus professores e alunos.
Em educação a distância um dos grandes problemas é o ambiente, ainda reduzido a um lugar onde se procuram textos, conteúdo. Um bom curso é mais do que conteúdo, é pesquisa, troca, produção conjunta. Para suprir a menor disponibilidade ao vivo do professor, é importante ter materiais mais elaborados, mais auto-explicativos, com mais desdobramentos (links, textos de apoio, glossário, atividades...). Isso implica em montar uma equipe interdisciplinar, com pessoas da área técnica e pedagógica, que saibam trabalhar juntas, cumprir prazos, dar contribuições significativas.
Um bom curso depende muito da possibilidade de uma boa interação entre os seus participantes, do estabelecimento de vínculos, de fomentar ações de intercâmbio. Quanto mais interação, mais horas de atendimento são necessárias. Uma interação efetiva precisa de ter monitores capacitados, com um número equilibrado de alunos. Em educação a distância não se pode só "passar" uma aula pela TV ou disponibilizá-la num site na Internet e dar alguns exercícios.
Um bom curso de educação a distância procura ter um planejamento bem elaborado, mas sem rigidez excessiva. Permite menos improvisações do que uma aula presencial, mas também deve evitar a execução totalmente hermética, sem possibilidade de mudanças, sem prever a interação dos alunos. Precisamos aprender a equilibrar o planejamento e a flexibilidade (que está ligada ao conceito de liberdade, de criatividade). Nem planejamento fechado, nem criatividade desorganizada, que vira só improvisação.
Avançaremos mais se soubermos adaptar os programas previstos às necessidades dos alunos, criando conexões com o cotidiano, com o inesperado, se conseguirmos transformar o curso em uma comunidade viva de investigação, com atividades de pesquisa e de comunicação.
Com a flexibilidade procuramos adaptar-nos às diferenças individuais, respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais. Com a organização, buscamos gerenciar as divergências, os tempos, os conteúdos, os custos, estabelecemos os parâmetros fundamentais.
Um bom curso a distância não valoriza só os materiais feitos com antecedência, mas como eles são pesquisados, trabalhados, apropriados, avaliados. Traça linhas de ação pedagógica maiores (gerais) que norteiam as ações individuais, sem sufocá-las. Respeita os estilos de aprendizagem e as diferenças de estilo de professores e alunos. Personaliza os processos de ensino-aprendizagem, sem descuidar o coletivo. Permite que cada professor, monitor, encontre seu estilo pessoal de dar aula, onde ele se sinta confortável e consiga realizar melhor os objetivos, com avaliação contínua, aberta e coerente.
Um bom curso, presencial ou a distância, sempre será caro, porque envolve qualidade pedagógica e tecnológica. E a qualidade não se improvisa Ela tem um alto custo, direto ou indireto. Mas vale a pena. Só assim podemos avançar de verdade.
Um bom curso é aquele que nos entristece quando está terminando e nos motiva para encontrarmos formas de manter os vínculos criados. Um bom curso é aquele que termina academicamente, mas continua na lista de discussão, com trocas posteriores, os colegas se ajudam, enviam novos materiais, informações, apoios. Bom curso é aquele que guardamos no coração e na nossa memória como um tesouro precioso. Professores e alunos precisamos estarmos atentos para valorizar as oportunidades que vamos tendo de participar de experiências significativas de ensino/aprendizagem presenciais e virtuais. Elas nos mostram que estamos no caminho certo e contribuem para nossa maior realização profissional e pessoal.
Bibliografia:
MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 14ª edição, Campinas: Papirus, 2007.www.eca.usp.br/prof/moran/textosead.htm
Um bom curso depende de um conjunto de fatores previsíveis e de uma "química", uma forma de juntar os ingredientes que faz a diferença.
No fundamental,um bom curso presencial ou a distância, possuem os mesmos ingredientes:
Um bom curso, presencial ou a distância, depende, em primeiro lugar, de termos educadores maduros intelectual e emocionalmente, pessoas curiosas, entusiasmadas, abertas, que saibam motivar e dialogar. Pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele saímos enriquecidos.
O grande educador atrai não só pelas suas idéias, mas pelo contato pessoal. Há sempre algo surpreendente, diferente no que diz, nas relações que estabelece, na sua forma de olhar, na forma de comunicar-se, de agir
Um bom curso depende também dos alunos. Alunos curiosos, motivados, facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúcidos e parceiros de caminhada do professor-educador.
Um bom curso depende também de termos administradores, diretores e coordenadores mais abertos, que entendam todas as dimensões que estão envolvidas no processo pedagógico, além das empresariais ligadas ao lucro; que apóiem os professores inovadores, que equilibrem o gerenciamento empresarial, tecnológico e o humano, contribuindo para que haja um ambiente de maior inovação, intercâmbio e comunicação.
Um bom curso depende, finalmente, de ambientes ricos de aprendizagem, de ter uma boa infra-estrutura física: salas, tecnologias, bibliotecas... A aprendizagem não se faz só na sala de aula, mas nos inúmeros espaços de encontro, de pesquisa e produção que as grandes instituições propiciam aos seus professores e alunos.
Em educação a distância um dos grandes problemas é o ambiente, ainda reduzido a um lugar onde se procuram textos, conteúdo. Um bom curso é mais do que conteúdo, é pesquisa, troca, produção conjunta. Para suprir a menor disponibilidade ao vivo do professor, é importante ter materiais mais elaborados, mais auto-explicativos, com mais desdobramentos (links, textos de apoio, glossário, atividades...). Isso implica em montar uma equipe interdisciplinar, com pessoas da área técnica e pedagógica, que saibam trabalhar juntas, cumprir prazos, dar contribuições significativas.
Um bom curso depende muito da possibilidade de uma boa interação entre os seus participantes, do estabelecimento de vínculos, de fomentar ações de intercâmbio. Quanto mais interação, mais horas de atendimento são necessárias. Uma interação efetiva precisa de ter monitores capacitados, com um número equilibrado de alunos. Em educação a distância não se pode só "passar" uma aula pela TV ou disponibilizá-la num site na Internet e dar alguns exercícios.
Um bom curso de educação a distância procura ter um planejamento bem elaborado, mas sem rigidez excessiva. Permite menos improvisações do que uma aula presencial, mas também deve evitar a execução totalmente hermética, sem possibilidade de mudanças, sem prever a interação dos alunos. Precisamos aprender a equilibrar o planejamento e a flexibilidade (que está ligada ao conceito de liberdade, de criatividade). Nem planejamento fechado, nem criatividade desorganizada, que vira só improvisação.
Avançaremos mais se soubermos adaptar os programas previstos às necessidades dos alunos, criando conexões com o cotidiano, com o inesperado, se conseguirmos transformar o curso em uma comunidade viva de investigação, com atividades de pesquisa e de comunicação.
Com a flexibilidade procuramos adaptar-nos às diferenças individuais, respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais. Com a organização, buscamos gerenciar as divergências, os tempos, os conteúdos, os custos, estabelecemos os parâmetros fundamentais.
Um bom curso a distância não valoriza só os materiais feitos com antecedência, mas como eles são pesquisados, trabalhados, apropriados, avaliados. Traça linhas de ação pedagógica maiores (gerais) que norteiam as ações individuais, sem sufocá-las. Respeita os estilos de aprendizagem e as diferenças de estilo de professores e alunos. Personaliza os processos de ensino-aprendizagem, sem descuidar o coletivo. Permite que cada professor, monitor, encontre seu estilo pessoal de dar aula, onde ele se sinta confortável e consiga realizar melhor os objetivos, com avaliação contínua, aberta e coerente.
Um bom curso, presencial ou a distância, sempre será caro, porque envolve qualidade pedagógica e tecnológica. E a qualidade não se improvisa Ela tem um alto custo, direto ou indireto. Mas vale a pena. Só assim podemos avançar de verdade.
Um bom curso é aquele que nos entristece quando está terminando e nos motiva para encontrarmos formas de manter os vínculos criados. Um bom curso é aquele que termina academicamente, mas continua na lista de discussão, com trocas posteriores, os colegas se ajudam, enviam novos materiais, informações, apoios. Bom curso é aquele que guardamos no coração e na nossa memória como um tesouro precioso. Professores e alunos precisamos estarmos atentos para valorizar as oportunidades que vamos tendo de participar de experiências significativas de ensino/aprendizagem presenciais e virtuais. Elas nos mostram que estamos no caminho certo e contribuem para nossa maior realização profissional e pessoal.
Bibliografia:
MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 14ª edição, Campinas: Papirus, 2007.www.eca.usp.br/prof/moran/textosead.htm
terça-feira, 21 de maio de 2013
Pesquisa Sobre INCLUSÃO ESCOLAR
PESQUISA
SOBRE A INCLUSÃO ESCOLAR E A OFERTA DO AEE NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA
Nome do Cursista: Marcia Santana Torres
Número da Turma:
Estado / Município Polo: Espírito Santo / Vitória
Estado / Município Abrangência: Espírito Santo / Vitória
Nome da Escola: EMEF: “Ceciliano Abel de Almeida”
Estado / Município da Escola: Espírito Santo / Vitória
Data(s) da realização da pesquisa: 08 de maio de 2013
DADOS
SOBRE O MUNICÍPIO
1.
Quantas salas de recursos multifuncionais existem em seu Município ?
1.( )
|
2.(
)
|
3.( )
|
4.( )
|
5.( )
|
Mais
que 5.( ) Quantas? 51
|
2.
Este número é suficiente para atender à demanda?
Sim
( ).
Não
(x). Quantas salas faltam? 50
3.
Em média, quantos alunos são atendidos em cada sala de recursos multifuncional no
seu Município?
Menos
de 10.
|
( )
|
|
Entre
10 e 20.
|
(x)
|
|
Mais
de 20.
|
( )
|
Quantos?
____
|
4. O que define a
organização do AEE oferecido nas salas de recursos Multifuncionais do seu
município?
·
A formação dos professores em uma
deficiência específica (intelectual, física, entre outras).
|
(x)
|
·
A formação do professor específica
para o AEE.
|
( )
|
·
A demanda de alunos.
|
( )
|
·
Outros. Especifique: __________________
|
( )
|
________________________________________
DADOS SOBRE A ESCOLA SELECIONADA
5.
A escola selecionada para sua pesquisa pertence à:
Rede
Municipal.
|
(
x )
|
Rede
Estadual.
|
( )
|
6. Dos recursos de
tecnologia assistiva abaixo, responda às questões assinalando com x na tabela, tendo como referência a
escola selecionada para a pesquisa. Para cada linha assinale as alternativas correspondentes.
OBS: Os recursos
pedagógicos e de tecnologia assistiva listados abaixo ilustram algumas
alternativas que poderão ser disponibilizadas aos alunos, a partir do trabalho
nas salas de recursos multifuncionais (SRM). Assinale com X a primeira
alternativa: se TEM ou NÃO TEM na Escola. Se TEM, assinale com X a segunda alternativa: se SÃO USADOS nas SRM ou NÃO SÃO USADOS. Caso não conheça alguns
desses recursos, não responda a linha correspondente.
Tem na escola
|
Não tem na Escola
|
São usados nas
SRM
|
Não são usados
nas SRM
|
||
Engrossador
para lápis, talheres, escova de dentes pincéis,...
|
X
|
||||
Órteses
para fixar lápis, pincel, talheres,...
|
X
|
||||
Ponteira
de boca ou de cabeça
|
X
|
||||
Tesoura
mola
|
X
|
||||
Alfabeto móvel em
vários tamanhos e materiais
|
X
|
||||
Plano
inclinado
|
X
|
||||
Jogos
com diferentes materiais e tamanhos apropriados aos alunos com deficiência
física
|
X
|
||||
Mobiliário
adequado ao aluno com deficiência física envolvendo mesas reguláveis,
cadeiras com adequação postural e cadeira de rodas.
|
X
|
||||
Prancha
de comunicação com símbolos gráficos, fotografias, palavras e letras.
|
X
|
||||
Vocalizadores
em vários formatos e modos de acesso ás mensagens.
|
X
|
||||
Software
para comunicação alternativa com símbolos gráficos
|
X
|
||||
Software
de Pranchas dinâmicas onde o computador se transforma em ferramenta de voz
|
x
|
||||
Teclados
virtuais com varredura
|
X
|
||||
Teclados
de diferentes tamanhos e programáveis na sensibilidade e disposição/conteúdos
de teclas
|
X
|
||||
Colméia
de acrílico para teclado
|
x
|
X
|
|||
Mouses
de diferentes formatos e programáveis em funções de teclas e sensibilidade
|
X
|
x
|
|||
Dispositivo
para movimentação e posicionamento de cursor pelo movimento de cabeça ou
ocular
|
X
|
||||
Acionadores
de diferentes formatos que valorizam diferentes habilidades: pressão, tração,
sopro, piscar, ......
|
X
|
||||
Mouse
com plug para entrada de acionador
|
x
|
X
|
|||
Monitor
de tela de toque
|
X
|
||||
Software
editor de texto com símbolos gráficos e retorno de voz
|
X
|
||||
Software
leitor de tela
|
X
|
||||
Software
de OCR para leitura de texto impresso
|
X
|
||||
Software
para ampliação de tela
|
X
|
||||
Reglete
|
X
|
||||
Alfabeto
Braille em vários tamanhos e materiais
|
X
|
||||
Caderno
para escrita ampliada
|
X
|
||||
Lupa
com luz, manual ou de mesa
|
X
|
||||
Lupa
sem luz, manual ou de mesa
|
x
|
X
|
|||
Lupa
eletrônica
|
x
|
X
|
|||
Guia
para assinatura
|
X
|
||||
Máquina
de escrever em Braille
|
X
|
||||
Impressora
Braille
|
X
|
||||
Sorobã
|
x
|
X
|
|||
Calculadora
com retorno auditivo
|
X
|
||||
Bengalas
dobráveis
|
X
|
||||
Relógio
com retorno auditivo ou relevo
|
X
|
||||
Jogos
com sinalização em Braille ou relevo
|
X
|
||||
Jogos
com sinalizações em libras, apropriados aos alunos com surdez
|
X
|
||||
Sistema
FM
|
X
|
||||
CDs
ou softwares em libras e português
|
X
|
||||
Dicionário
em libras
|
X
|
||||
Softwares
com banco de imagens para auxiliar o estudo da LIBRAS e do Português para
alunos com surdez.
|
X
|
7. Quais são as ações da
educação especial desenvolvidas na Escola selecionada para a pesquisa? Se for o
caso, pode assinalar mais de uma opção.
·
Oferece o AEE.
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( x )
|
·
Promove formação continuada de
professores de AEE.
|
( )
|
·
Promove formação continuada de
professores da sala de aula comum.
|
( )
|
·
Oportuniza acessibilidade nos
espaços e materiais escolares.
|
( x )
|
·
Orienta as famílias.
|
( x )
|
·
Estabelece parceria com outros
setores na comunidade.
|
( )
|
·
Outras. Especifique:
|
( )
|
____________________________________________________________________________________________________________________________________
8.
Em relação aos alunos que frequentam a sala de recursos multifuncionais:
·
Quantos são da escola selecionada para a
pesquisa? __06___
·
Quantos são de outras escolas? ____
9.
No projeto político pedagógico da escola selecionada para a pesquisa está
previsto a oferta do AEE?
Sim
( x ). De que forma?
De
acordo com as Resoluções o AEE como um conjunto de atividades, recursos de
acessibilidade e pedagógicas, institucionalmente, prestados de forma
complementar e suplementar a formação dos alunos no ensino regular.
Não
( ). Por quê?
__________________________________________________________________________________________________________________________
10.
Indique quais adequações físicas foram (estão sendo, serão) executadas na
escola selecionada para a pesquisa. Assinalar:
1: para as ações que já foram realizadas
2: para as ações que estão em andamento
3: para as ações que ainda serão realizadas
X: Caso não identifique nenhuma adequação
·
Construção ou adequação de rampas.
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(1)
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·
Adequação de banheiros.
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(2)
|
·
Sinalização sonora.
|
(x)
|
·
Alargamento de portas.
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(3)
|
·
Sinalização visual.
|
(3)
|
·
Sinalização tátil.
|
(x)
|
·
Nenhuma adequação.
|
( )
|
Outros. Especifique:
|
( )
|
__________________________________________________________________
__________________________________________________________________
11. Quais são as ações desenvolvidas
pelo profissional de AEE na SRM da escola selecionada para sua pesquisa?
Resposta: Com
atividades lúdicas, de concentração, jogos e pesquisa, onde o principal
objetivo é desenvolver as potencialidades dos alunos.
12.
O AEE contribuiu para a melhoria do desempenho do aluno que freqüenta esse
serviço?
Não
( ). Por que? __________________________________________________________________________________________________________________________
Sim
( x). Em que?
Procurar
atividades que estas crianças consigam participar; promover atividades que
interajam com os alunos, poderá aprender a crescer.
13. Como o Professor de
AEE se articula com o Professor da sala de aula comum para que ambos possam
atender adequadamente as necessidades dos alunos que tem em comum?
Resposta: Nos
planejamentos são traçados os objetivos que o aluno pode alcançar durante as
aulas.Também são feitas adaptações de avaliações de acordo com os objetivos
trabalhados.
14.
Qual a participação da família no AEE na escola selecionada para a pesquisa?
Resposta: A
família está sempre presente tanto nas atividades desenvolvidas e nas reuniões
através de diálogos na busca de soluções práticas e conscientização.
15.
Em que período os alunos frequentam a sala de recursos multifuncionais da
escola selecionada para a pesquisa?
·
No período oposto ao das aulas na
sala de aula comum.
|
(x)
|
·
No mesmo período em que frequentam
as aulas na sala de aula comum. Justifique.
Este
atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à
autonomia e independência na escola e fora dela.
|
( )
|
16. Outras observações que
você considera relevantes a partir da pesquisa realizada.
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