quinta-feira, 15 de maio de 2014

Tecnologia Assistiva para a Comunicação Alternativa


 
 

PECS - Tecnologia Assistiva para a Comunicação Alternativa

 

PECS

PECS - Sistema de Comunicação por Figuras (Picture Exchange Communication System) -  Os PECS são muito importantes na vida de um autista. Quer para autistas verbais como não verbais, são uma forma de comunicação excelente! De comunicação e organização!

 

 

As pessoas com deficiência enfrentam, na interação, ao participar de práticas culturais, algumas barreiras. Essas barreiras podem ser superadas ou parcialmente compensadas a partir do uso de tecnologias como computador e tecnologia assistiva. Valente (2008) considera que muitas barreiras entre a pessoa e o mundo são minimizadas com o uso da tecnologia.

Os recursos são constituídos por objetos ou equipamentos, por meio dos quais se consegue transmitir uma mensagem. Segundo classificação de Zaporoszenko e Alencar (2008), tais recursos utilizados em CA podem ser tanto de baixa quanto de alta tecnologia. Os de baixa tecnologia podem ser representados por gestos manuais, expressões faciais, Código Morse e através de signos gráficos. Os signos gráficos podem ser elaborados por meio da escrita, de desenhos, de figuras (fotos, gravuras, entre outros) e de símbolos pictórios. Para tanto, é possível utilizar os mais variados sistemas de CA, através dos quais podem ser elaboradas pranchas, painéis, carteiras, entre outros (ZAPOROSZENKO e ALENCAR, 2008).

 

Aluno: João Pedro

Série: 1º ano – 06 anos de idade

O material deverá ser usado na escola: sala regular e sala de recurso e demais espaços que se fizerem necessário.

 

 

Pranchas de utilização individual - confecção a partir da discussão das necessidades do aluno. Na elaboração de pranchas de CAA, a parceria com o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e com os profissionais da saúde que acompanham a criança ou o jovem fornece maior segurança para a seleção do tipo de recurso e das técnicas mais apropriadas a cada estudo de caso.

EXEMPLOS:

 





 

 
É preciso considerar que as convenções sociais, as regras não são facilmente percebidas ou entendidas pelo aluno. Essas regras precisam ser ensinadas, mesmo que outras pessoas, comparativamente ao aluno, possam ter observado e aprendido de outras formas (por meio de brincadeira de faz-de-conta de mãe e filho ou por ouvir uma história lida na sala de aula que falava sobre um personagem que se deu mal por não atender ao que um adulto avisou sobre o perigo). Será necessário vivenciar situações que o auxiliem a fazer essas leituras sobre o socialmente acordado. Os “combinados” e as regras da turma, as leituras de história como a que foi lida sobre o personagem que se deu mal e enfrentou perigos numa floresta, precisam ser transpostas para as vivências concretas dos alunos.

 
Antecipar situações para favorecer a organização e auto-regulação do aluno são ações necessárias. Estabelecendo um contato constante com a família e percebendo como o aluno se apresenta a cada dia podemos evitar situações estressoras. Um passeio, por exemplo, deve ser antecipado de forma bem clara: o que poderão encontrar, o trajeto que será realizado, o meio de transporte e as pessoas que acompanharão. Essa antecipação irá colaborar na auto-regulação do comportamento do aluno durante a atividade.

 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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