quinta-feira, 6 de março de 2014

AEE- Pessoa com Surdez


No atual contexto educacional, a discussão sobre Educação Inclusiva ganha um significativo espaço social e acadêmico, tendo por base o fundamento legal do direito de todos à educação. No entanto, essa perspectiva inclusiva não deve envolver apenas a inserção de todos na instituição escolar, mas também seu processo de desenvolvimento, escolarização e formação social.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O Anão que Virou Gigante - audiodescrição Mil Palavras



VÍDEO COMPLETO!!!! VALE A PENA CONFERIR E SOCIALIZAR COM A TURMA TODA!!!

Respeitar as diferenças

Só assim se consegue afastar o fantasma do preconceito e formar jovens mais tolerantes!

Não somos iguais em tudo, mas conquistamos o direito à igualdade e devemos reclamá-lo, toda vez que as nossas diferenças forem motivo de exclusão, discriminação, limitação de possibilidades, na escola, na sociedade em geral. A discussão da igualdade na escola está contida no direito de todos à educação. Esse direito é uma conquista democrática e está
expresso em nossa Constituição Federal de 1988. Como assegurá-lo a todos os escolares brasileiros, sem distinções de qualquer tipo, natureza?
 
 


O Anão que Virou Gigante - audiodescrição Mil Palavras




VÍDEO COMPLETO!!!! VALE A PENA CONFERIR E SOCIALIZAR COM A TURMA TODA!!!!!
Esse vídeo também é muito legal!!!! Audiodescrição de uma propaganda do Greenpeace!

A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que permite que as pessoas com deficiência visual possam assistir e entender melhor filmes, peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas e outros, ouvindo o que pode ser visto. É a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido, o que abre muitas janelas do mundo para as pessoas com deficiência visual.

O que a Audiodescrição Possibilita?

Com este recurso é possível conhecer cenários, figurinos, expressões faciais, linguagem corporal, entrada e saída de personagens de cena, bem como outros tipos de ação, utilizados em televisão, cinema, teatro, museus e exposições.Desta forma, as pessoas com deficiência visual poderão frequentar sessões de cinema, ir ao teatro e a outros espetáculos, visitar museus, exposições e mostras, atividades que, geralmente, não fazem parte do cotidiano destas pessoas; em primeiro lugar porque são artes que exploram os recursos visuais tanto na cenografia como na caracterização dos personagens e da época. Em segundo, porque a sociedade, em geral, impede o acesso das pessoas com deficiência a determinados espaços, confinando-as a conviver com seus pares em espaços especialmente destinados a elas, como as escolas especiais.

Ainda é pequeno o número de ações que visam possibilitar o acesso das pessoas com deficiência a todas as atividades da vida diária, incluindo aqui as atividades sociais e culturais.

O feedback das pessoas com deficiência visual que já experimentaram o recurso comprova a sua utilidade e eficácia - há um aumento significativo do entendimento, o que contribui para a inclusão social e cultural destas pessoas, ampliando, e muito, suas opções de lazer e cultura.
AUDIODESCRIÇÃO: O Anão que virou Gigante!


Podemos entender a audiodescrição como

 

[...] um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora. É uma atividade de mediação linguística, uma modalidade de tradução intersemiótica, que transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades maiores de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão cultural, social e escolar. Além das pessoas com deficiência visual, a audiodescrição amplia também o entendimento de pessoas com deficiência intelectual, idosos e disléxicos. (MOTTA & FILLHO, 2010, p. 7)

Esse Vídeo é muito bom para trabalhar com todos os alunos da escola pois fala da convivência e o respeito entre as pessoas!!! É muito importante trazer o diálogo sobre as diferenças para garantir espaço de respeito entre toda comunidade escolar!!!!
http://youtu.be/DzeeVPGN--Q

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Atividades para Alice!!!!


A Deficiência Intelectual é a limitação em pelo menos duas das seguintes habilidades: comunicação, autocuidado, vida no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de recursos da comunidade, determinação, funções acadêmicas, lazer e trabalho. O termo substituiu "deficiência mental" em 2004, por recomendação da Organização das Nações Unidas (ONU), para evitar confusões com "doença mental", que é um estado patológico de pessoas que têm o intelecto igual da média, mas que, por algum problema, acabam temporariamente sem usá-lo em sua capacidade plena. As causas variam e são complexas, englobando fatores genéticos, como a síndrome de Down, e ambientais, como os decorrentes de infecções e uso de drogas na gravidez, dificuldades no parto, prematuridade, meningite e traumas cranianos. Os Transtornos Globais de Desenvolvimento (TGDs), como o autismo, também costumam causar limitações. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 5% da população mundial tem alguma deficiência intelectual.

São três as principais dificuldades enfrentadas por eles: falta de concentração, entraves na comunicação e na interação e menor capacidade para entender a lógica de funcionamento das línguas, por não compreender a representação escrita ou necessitar de um sistema de aprendizado diferente. Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universida de Estadual de Campinas (Unicamp).


      Montar o próprio nome e o nome dos colegas.

A falta de compreensão da função da escrita como representação da linguagem é outra característica comum em quem tem deficiência intelectual. Essa imaturidade do sistema neurológico pede estratégias que servem para a criança desenvolver a capacidade de relacionar o falado com o escrito. Para ajudar, o professor deve enaltecer o uso social da língua e usar ilustrações e fichas de leitura. O objetivo delas é acostumar o estudante a relacionar imagens com textos. A elaboração de relatórios sobre o que está sendo feito também ajuda nas etapas avançadas da alfabetização.

Listagem de nomes dos alunos da sala com fotos

QUEBRA-PALAVRAS COM FOTOS DA TURMA DE ALICE

Estimula:
Interesse por letras e palavras, Composição de figuras e palavras,(no caso de Alice os desenhos serão substituídos por fotos e o nome dos alunos da turma), reconhecimento de letras, ordenação das letras na palavra.

Descrição:

Pedaços de papel cartão com 15cm de altura e comprimento de acordo com
a extensão da palavra (nome), nas quais são desenhadas (ou coladas) fotos (Xerox) e, abaixo das mesmas, o nome correspondente, em letra de forma. As cartelas são cortadas emtiras verticais de forma que a cada letra corresponda um pedaço da foto do colega.

Exploração:

-Entregar para a criança o conjunto de tiras de cada figura e sugerir que descubra qual o nome poderá ser formada. A composição da figura é também a composição da palavra.

 
 Caixa com fotos dos alunos da turma de Alice. A aluna deverá identificar a foto do colega e tentar dizer o nome, identificá-lo no cartaz da turma e montar o QUEBRA-PALAVRA  desse coleguinha.






terça-feira, 3 de setembro de 2013

Tecnologia Assistiva


Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.

"As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiência ou superdotadas, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nómadas, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais"


Infelizmente, nem sempre esses recursos chegam até o aluno. Cabe a todos nós divulgar toda a informação necessária e, principalmente, incentivar alunos e professores a fazer valer seus direitos.
A partir do Plano de Trabalho elaborado para o atendimento do aluno MANUEL através da criação e manutenção de um BLOG, achei super interessante esses recursos (TA) para facilitar a utilização do computador!! Busquei algumas informações sobre os recursos e socializo aqui com vocês!!!!









ADAPTAÇÕES FÍSICAS OU ÓRTESES:

Entre as tecnologias assistivas tem-se aparelhos ou adaptações fixadas ao corpo dos alunos com necessidades especiais que tem por objetivo proporcionar uma maior interação deste aluno com o computador.Os pesos da pulseira devem ser administrados (acrescentados ou diminuidos) de acordo com a idade, tamanho e força do aluno com paralisia cerebral.

As adaptações físicas são muito importantes. Uma postura correta do aluno com necessidades especiais frente ao computador, seja na sua cadeira de rodas, utilizando almofadas ou faixas para estabilização do corpo, constituem-se em ações necessárias e importantes no auxílio do processo de aprendizagem desses alunos.

Alunos que possuem seqüelas de paralisia cerebral apresentam o tônus muscular flutuante (atetóide) o que torna muitas ações no computador, como a digitação, um processo difícil, lento e penoso, devido a amplitude do movimento dos membros superiores na digitação. Para auxiliar estes alunos, têm-se a pulseira de pesos recurso este que “ajuda a reduzir a amplitude do movimento causado pela flutuação no tônus, tornando mais rápida e eficiente à digitação.”

Existem ainda as adaptações de hardware que são aparelhos ou adaptações presentes na parte física do computador, nos periféricos, que também ampliam a comunicação do usuário com a máquina.

Exemplos:

Mascara de teclado ou Colméia. Trata-se de uma placa de plástico ou acrílico com aberturas correspondentes a cada tecla do teclado, fixada acima do teclado e tem por finalidade evitar que a pessoa que apresenta movimentos involutários pressione teclas indesejadas.

Teclado Adaptado: assemelha-se ao teclado tradicional, porém com funções que facilitam o manuseio por pessoas com dificuldades motoras. Possui sete lâminas que são adaptadas de acordo com a necessidade do usuário, cujas teclas são digitais. Além de substituem funções de uso do mouse, essas lâminas podem auxiliar: no processo de alfabetização, na navegação na internet e no acesso a funções que exigem que se pressione duas teclas ao mesmo tempo. O teclado é conectado ao computador com cabo USB. Um exemplo de teclado adaptado é o Intellikey.