terça-feira, 3 de setembro de 2013

Tecnologia Assistiva


Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.

"As escolas devem ajustar-se a todas as crianças, independentemente das suas condições físicas, sociais, linguísticas ou outras. Neste conceito devem incluir-se crianças com deficiência ou superdotadas, crianças da rua ou crianças que trabalham, crianças de populações imigradas ou nómadas, crianças de minorias linguísticas, étnicas ou culturais e crianças de áreas ou grupos desfavorecidos ou marginais"


Infelizmente, nem sempre esses recursos chegam até o aluno. Cabe a todos nós divulgar toda a informação necessária e, principalmente, incentivar alunos e professores a fazer valer seus direitos.
A partir do Plano de Trabalho elaborado para o atendimento do aluno MANUEL através da criação e manutenção de um BLOG, achei super interessante esses recursos (TA) para facilitar a utilização do computador!! Busquei algumas informações sobre os recursos e socializo aqui com vocês!!!!









ADAPTAÇÕES FÍSICAS OU ÓRTESES:

Entre as tecnologias assistivas tem-se aparelhos ou adaptações fixadas ao corpo dos alunos com necessidades especiais que tem por objetivo proporcionar uma maior interação deste aluno com o computador.Os pesos da pulseira devem ser administrados (acrescentados ou diminuidos) de acordo com a idade, tamanho e força do aluno com paralisia cerebral.

As adaptações físicas são muito importantes. Uma postura correta do aluno com necessidades especiais frente ao computador, seja na sua cadeira de rodas, utilizando almofadas ou faixas para estabilização do corpo, constituem-se em ações necessárias e importantes no auxílio do processo de aprendizagem desses alunos.

Alunos que possuem seqüelas de paralisia cerebral apresentam o tônus muscular flutuante (atetóide) o que torna muitas ações no computador, como a digitação, um processo difícil, lento e penoso, devido a amplitude do movimento dos membros superiores na digitação. Para auxiliar estes alunos, têm-se a pulseira de pesos recurso este que “ajuda a reduzir a amplitude do movimento causado pela flutuação no tônus, tornando mais rápida e eficiente à digitação.”

Existem ainda as adaptações de hardware que são aparelhos ou adaptações presentes na parte física do computador, nos periféricos, que também ampliam a comunicação do usuário com a máquina.

Exemplos:

Mascara de teclado ou Colméia. Trata-se de uma placa de plástico ou acrílico com aberturas correspondentes a cada tecla do teclado, fixada acima do teclado e tem por finalidade evitar que a pessoa que apresenta movimentos involutários pressione teclas indesejadas.

Teclado Adaptado: assemelha-se ao teclado tradicional, porém com funções que facilitam o manuseio por pessoas com dificuldades motoras. Possui sete lâminas que são adaptadas de acordo com a necessidade do usuário, cujas teclas são digitais. Além de substituem funções de uso do mouse, essas lâminas podem auxiliar: no processo de alfabetização, na navegação na internet e no acesso a funções que exigem que se pressione duas teclas ao mesmo tempo. O teclado é conectado ao computador com cabo USB. Um exemplo de teclado adaptado é o Intellikey.

 




segunda-feira, 1 de julho de 2013

AEE_Fechamento_Marcia


ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO

O Atendimento Educacional Especializado – AEE já é, comprovadamente, uma conquista social para todos que acreditam na inclusão como caminho para a efetiva ação democrática na escola. Nessa unidade de estudos, foi possível se apropriar ainda mais das informações que orientam e abrem espaços para discussões sobre os diferentes fazeres realizados com as diferentes especificidades dos alunos com necessidades especiais. O professor especializado tem grande importância no processo de inclusão da escola como lócus de atendimento de todos os alunos. É fato que mudanças significativas ocorreram no Brasil de forma a contribuir positivamente na qualificação do atendimento às crianças/adolescentes com necessidades especiais, mas vale ressaltar que na prática, muita coisa ainda precisa ser feita para que a ESCOLA seja espaço de construção de conhecimento para todos que estão nela inserido.

A qualificação do profissional que se dispõe a trabalhar com a Educação Especial precisa ser uma constante, pois a escola ainda precisa se qualificar e se apropriar das novas proposições de trabalho para oferecer o atendimento que se faz necessário para que a inclusão realmente aconteça. Superar a questão do direito à inserção e permanência nas escolas para que toda comunidade escolar se faça presente em todo o processo de acolhimento e inclusão com atendimento qualitativo e eficaz a todos os sujeitos. É preciso superar a segregação do atendimento aos alunos com necessidades especiais que, muitas vezes, ficam sob a responsabilidade única dos profissionais especializados, numa “inclusão” que se limita à sala de Recursos e ao acompanhamento do professor especializado e/ou estagiários. O diálogo e os conhecimentos precisam ser compartilhados, assim como a responsabilidade de toda escola no processo de inclusão. A escola precisa ser a protagonista, e para isso, deverá contar com todos os profissionais, seus conhecimentos e também suas limitações. A formação é de extrema importância para qualificar todo o processo.

A cada nova leitura, a cada novo debate, novas inquietações me levavam para as práticas que são realizadas na escola que trabalho. Quanto mais informações, maior amplitude tem nosso olhar sobre aquilo que estávamos acostumados a ver e, muitas vezes, sem condições de ser crítico o suficiente para contribuir, furtamo-nos em apenas saber que alguma coisa acontece. Por isso achei de extrema importância toda aprendizagem sugerida, pois, mesmo não atuando na sala de recurso com crianças com deficiência, me sinto capaz de contribuir com o que é feito na escola.


A metodologia de estudo de caso (Roberto) apresentou um fato e os desafios que precisavam ser vencidos para garantir o atendimento de um aluno na escola. Pensar sobre situações “problema” foi importante para que a reflexão sobre as inúmeras possibilidades fossem apresentadas pelos colegas que têm diferentes situações que seriam “o problema” para resolver. Identificar necessidades em alunos possíveis nos mostrou como a escola é, muitas vezes, um grande obstáculo na vida de alguns alunos que precisam de atendimento especializado. Perceber nossa escola e nos perceber protagonista no processo foi muito importante para aguçar nosso senso crítico para as diferentes situações que emergiram a cada novo diálogo.

Outra situação que muito enriqueceu meu conhecimento foi a organização e o planejamento do plano de AEE para o aluno ser atendido na SRM (Sala de Recurso Multifuncional). São muitas as possibilidades que se pode pensar, porém a troca de experiências com aquele que atua na área, facilitou muito compreender o que de fato seria possível. Elaborar um plano de trabalho para aluno é, sem dúvida, o melhor caminho para estruturar ações necessárias para o desenvolvimento da aprendizagem e atendimento às especificidades.


    

 

 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

TEXTO: O que é um bom curso a distância?

O que é um bom curso a distância?



José Manuel MoranEspecialista em projetos inovadores na educação presencial e a distância
Texto publicado no boletim do Programa Salto para o Futuro da TV Escola sobre educação a distância em 2002 e disponível no endereço:
http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/ead/eadtxt1c.htmhttp://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2002/ead/eadtxt1c.htm



Quando olhamos para nossa experiência de alunos em sala de aula, um bom curso é aquele que nos empolga, nos surpreende, nos faz pensar, nos envolve ativamente, traz contribuições significativas e nos põe em contato com pessoas, experiências e idéias interessantes. Às vezes um curso promete muito, tem tudo para dar certo e nada acontece. Em contraposição, outro que parecia servir só para preencher uma lacuna, se torna decisivo.

Um bom curso depende de um conjunto de fatores previsíveis e de uma "química", uma forma de juntar os ingredientes que faz a diferença.

No fundamental,um bom curso presencial ou a distância, possuem os mesmos ingredientes:

Um bom curso, presencial ou a distância, depende, em primeiro lugar, de termos educadores maduros intelectual e emocionalmente, pessoas curiosas, entusiasmadas, abertas, que saibam motivar e dialogar. Pessoas com as quais valha a pena entrar em contato, porque dele saímos enriquecidos.

O grande educador atrai não só pelas suas idéias, mas pelo contato pessoal. Há sempre algo surpreendente, diferente no que diz, nas relações que estabelece, na sua forma de olhar, na forma de comunicar-se, de agir

Um bom curso depende também dos alunos. Alunos curiosos, motivados, facilitam enormemente o processo, estimulam as melhores qualidades do professor, tornam-se interlocutores lúcidos e parceiros de caminhada do professor-educador.

Um bom curso depende também de termos administradores, diretores e coordenadores mais abertos, que entendam todas as dimensões que estão envolvidas no processo pedagógico, além das empresariais ligadas ao lucro; que apóiem os professores inovadores, que equilibrem o gerenciamento empresarial, tecnológico e o humano, contribuindo para que haja um ambiente de maior inovação, intercâmbio e comunicação.

Um bom curso depende, finalmente, de ambientes ricos de aprendizagem, de ter uma boa infra-estrutura física: salas, tecnologias, bibliotecas... A aprendizagem não se faz só na sala de aula, mas nos inúmeros espaços de encontro, de pesquisa e produção que as grandes instituições propiciam aos seus professores e alunos.

Em educação a distância um dos grandes problemas é o ambiente, ainda reduzido a um lugar onde se procuram textos, conteúdo. Um bom curso é mais do que conteúdo, é pesquisa, troca, produção conjunta. Para suprir a menor disponibilidade ao vivo do professor, é importante ter materiais mais elaborados, mais auto-explicativos, com mais desdobramentos (links, textos de apoio, glossário, atividades...). Isso implica em montar uma equipe interdisciplinar, com pessoas da área técnica e pedagógica, que saibam trabalhar juntas, cumprir prazos, dar contribuições significativas.

Um bom curso depende muito da possibilidade de uma boa interação entre os seus participantes, do estabelecimento de vínculos, de fomentar ações de intercâmbio. Quanto mais interação, mais horas de atendimento são necessárias. Uma interação efetiva precisa de ter monitores capacitados, com um número equilibrado de alunos. Em educação a distância não se pode só "passar" uma aula pela TV ou disponibilizá-la num site na Internet e dar alguns exercícios.

Um bom curso de educação a distância procura ter um planejamento bem elaborado, mas sem rigidez excessiva. Permite menos improvisações do que uma aula presencial, mas também deve evitar a execução totalmente hermética, sem possibilidade de mudanças, sem prever a interação dos alunos. Precisamos aprender a equilibrar o planejamento e a flexibilidade (que está ligada ao conceito de liberdade, de criatividade). Nem planejamento fechado, nem criatividade desorganizada, que vira só improvisação.

Avançaremos mais se soubermos adaptar os programas previstos às necessidades dos alunos, criando conexões com o cotidiano, com o inesperado, se conseguirmos transformar o curso em uma comunidade viva de investigação, com atividades de pesquisa e de comunicação.

Com a flexibilidade procuramos adaptar-nos às diferenças individuais, respeitar os diversos ritmos de aprendizagem, integrar as diferenças locais e os contextos culturais. Com a organização, buscamos gerenciar as divergências, os tempos, os conteúdos, os custos, estabelecemos os parâmetros fundamentais.

Um bom curso a distância não valoriza só os materiais feitos com antecedência, mas como eles são pesquisados, trabalhados, apropriados, avaliados. Traça linhas de ação pedagógica maiores (gerais) que norteiam as ações individuais, sem sufocá-las. Respeita os estilos de aprendizagem e as diferenças de estilo de professores e alunos. Personaliza os processos de ensino-aprendizagem, sem descuidar o coletivo. Permite que cada professor, monitor, encontre seu estilo pessoal de dar aula, onde ele se sinta confortável e consiga realizar melhor os objetivos, com avaliação contínua, aberta e coerente.

Um bom curso, presencial ou a distância, sempre será caro, porque envolve qualidade pedagógica e tecnológica. E a qualidade não se improvisa Ela tem um alto custo, direto ou indireto. Mas vale a pena. Só assim podemos avançar de verdade.

Um bom curso é aquele que nos entristece quando está terminando e nos motiva para encontrarmos formas de manter os vínculos criados. Um bom curso é aquele que termina academicamente, mas continua na lista de discussão, com trocas posteriores, os colegas se ajudam, enviam novos materiais, informações, apoios. Bom curso é aquele que guardamos no coração e na nossa memória como um tesouro precioso. Professores e alunos precisamos estarmos atentos para valorizar as oportunidades que vamos tendo de participar de experiências significativas de ensino/aprendizagem presenciais e virtuais. Elas nos mostram que estamos no caminho certo e contribuem para nossa maior realização profissional e pessoal.


Bibliografia:

MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 14ª edição, Campinas: Papirus, 2007.www.eca.usp.br/prof/moran/textosead.htm

terça-feira, 21 de maio de 2013

Pesquisa Sobre INCLUSÃO ESCOLAR


PESQUISA SOBRE A INCLUSÃO ESCOLAR E A OFERTA DO AEE NO MUNICÍPIO E NA ESCOLA

 

Nome do Cursista: Marcia Santana Torres
Número da Turma:
Estado / Município Polo: Espírito Santo / Vitória
Estado / Município Abrangência: Espírito Santo / Vitória
Nome da Escola: EMEF: “Ceciliano Abel de Almeida”
Estado / Município da Escola: Espírito Santo / Vitória
Data(s) da realização da pesquisa: 08 de maio de 2013

 

DADOS SOBRE O MUNICÍPIO

 

1. Quantas salas de recursos multifuncionais existem em seu Município?

1.(  )
2.(  )
3.(  )
4.(  )
5.(  )
Mais que 5.(  ) Quantas? 51

2. Este número é suficiente para atender à demanda?

Sim (  ).

Não (x). Quantas salas faltam?  50

 

3. Em média, quantos alunos são atendidos em cada sala de recursos multifuncional no seu Município?

Menos de 10.
(  )
 
Entre 10 e 20.
(x)
 
Mais de 20.
(  )
Quantos? ____

 

4. O que define a organização do AEE oferecido nas salas de recursos Multifuncionais do seu município?

·         A formação dos professores em uma deficiência específica (intelectual, física, entre outras).
(x)
·         A formação do professor específica para o AEE.
(  )
·         A demanda de alunos.
(  )
·         Outros. Especifique: __________________
(  )

________________________________________

DADOS SOBRE A ESCOLA SELECIONADA

 

5. A escola selecionada para sua pesquisa pertence à:

Rede Municipal.
( x )
Rede Estadual.
(  )

 

6. Dos recursos de tecnologia assistiva abaixo, responda às questões assinalando com x na tabela, tendo como referência a escola selecionada para a pesquisa. Para cada linha assinale as alternativas correspondentes.

OBS: Os recursos pedagógicos e de tecnologia assistiva listados abaixo ilustram algumas alternativas que poderão ser disponibilizadas aos alunos, a partir do trabalho nas salas de recursos multifuncionais (SRM). Assinale com X a primeira alternativa: se TEM ou NÃO TEM na Escola. Se TEM, assinale com X a segunda alternativa: se SÃO USADOS nas SRM ou NÃO SÃO USADOS. Caso não conheça alguns desses recursos, não responda a linha correspondente.

 

 
Tem na escola
Não tem na Escola
 
São usados nas SRM
Não são usados nas SRM
Engrossador para lápis, talheres, escova de dentes pincéis,...
 
X
 
 
 
Órteses para fixar lápis, pincel, talheres,...
 
X
 
 
 
Ponteira de boca ou de cabeça
 
X
 
 
 
Tesoura mola
 
X
 
 
 
Alfabeto móvel em vários tamanhos e materiais
X
 
 
 
 
Plano inclinado
X
 
 
 
 
Jogos com diferentes materiais e tamanhos apropriados aos alunos com deficiência física
 
X
 
 
 
Mobiliário adequado ao aluno com deficiência física envolvendo mesas reguláveis, cadeiras com adequação postural e cadeira de rodas.
 
X
 
 
 
Prancha de comunicação com símbolos gráficos, fotografias, palavras e letras.
 
X
 
 
 
Vocalizadores em vários formatos e modos de acesso ás mensagens.
 
X
 
 
 
Software para comunicação alternativa com símbolos gráficos
X
 
 
 
 
Software de Pranchas dinâmicas onde o computador se transforma em ferramenta de voz
x
 
 
 
 
Teclados virtuais com varredura
X
 
 
 
 
Teclados de diferentes tamanhos e programáveis na sensibilidade e disposição/conteúdos de teclas
X
 
 
 
 
Colméia de acrílico para teclado
 
x
 
X
 
Mouses de diferentes formatos e programáveis em funções de teclas e sensibilidade
 
X
 
x
 
Dispositivo para movimentação e posicionamento de cursor pelo movimento de cabeça ou ocular
X
 
 
 
 
Acionadores de diferentes formatos que valorizam diferentes habilidades: pressão, tração, sopro, piscar, ......
X
 
 
 
 
Mouse com plug para entrada de acionador
 
x
 
X
 
Monitor de tela de toque
X
 
 
 
 
Software editor de texto com símbolos gráficos e retorno de voz
X
 
 
 
 
Software leitor de tela
X
 
 
 
 
Software de OCR para leitura de texto impresso
X
 
 
 
 
Software para ampliação de tela
X
 
 
 
 
Reglete
X
 
 
 
 
Alfabeto Braille em vários tamanhos e materiais
 
X
 
 
 
Caderno para escrita ampliada
X
 
 
 
 
Lupa com luz, manual ou de mesa
X
 
 
 
 
Lupa sem luz, manual ou de mesa
 
x
 
X
 
Lupa eletrônica
 
x
 
X
 
Guia para assinatura
 
X
 
 
 
Máquina de escrever em Braille
X
 
 
 
 
Impressora Braille
X
 
 
 
 
Sorobã
 
x
 
X
 
Calculadora com retorno auditivo
X
 
 
 
 
Bengalas dobráveis
X
 
 
 
 
Relógio com retorno auditivo ou relevo
X
 
 
 
 
Jogos com sinalização em Braille ou relevo
X
 
 
 
 
Jogos com sinalizações em libras, apropriados aos alunos com surdez
X
 
 
 
 
Sistema FM
X
 
 
 
 
CDs ou softwares em libras e português
X
 
 
 
 
Dicionário em libras
X
 
 
 
 
Softwares com banco de imagens para auxiliar o estudo da LIBRAS e do Português para alunos com surdez.
X
 
 
 
 

 

7. Quais são as ações da educação especial desenvolvidas na Escola selecionada para a pesquisa? Se for o caso, pode assinalar mais de uma opção.

 

·         Oferece o AEE.
( x )
·         Promove formação continuada de professores de  AEE.
(  )
·         Promove formação continuada de professores da sala de aula comum.
(  )
·         Oportuniza acessibilidade nos espaços e materiais escolares.
( x )
·         Orienta as famílias.
( x )
·         Estabelece parceria com outros setores na comunidade.
(  )
·         Outras. Especifique:
(  )

____________________________________________________________________________________________________________________________________

 

8. Em relação aos alunos que frequentam a sala de recursos multifuncionais:

·         Quantos são da escola selecionada para a pesquisa? __06___

·         Quantos são de outras escolas? ____

 

9. No projeto político pedagógico da escola selecionada para a pesquisa está previsto a oferta do AEE?

Sim ( x ). De que forma?

De acordo com as Resoluções o AEE como um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicas, institucionalmente, prestados de forma complementar e suplementar a formação dos alunos no ensino regular.

Não (  ). Por quê?

__________________________________________________________________________________________________________________________

 

10. Indique quais adequações físicas foram (estão sendo, serão) executadas na escola selecionada para a pesquisa. Assinalar:

                   1: para as ações que já foram realizadas

                   2: para as ações que estão em andamento

                   3: para as ações que ainda serão realizadas

                   X: Caso não identifique nenhuma adequação

 

·         Construção ou adequação de rampas.
(1)
·         Adequação de banheiros.
(2)
·         Sinalização sonora.
(x)
·         Alargamento de portas.
(3)
·         Sinalização visual.
(3)
·         Sinalização tátil.
(x)
·         Nenhuma adequação.   
(  )
Outros. Especifique:
(  )

__________________________________________________________________

__________________________________________________________________

 

11. Quais são as ações desenvolvidas pelo profissional de AEE na SRM da escola selecionada para sua pesquisa?

Resposta: Com atividades lúdicas, de concentração, jogos e pesquisa, onde o principal objetivo é desenvolver as potencialidades dos alunos.

 

12. O AEE contribuiu para a melhoria do desempenho do aluno que freqüenta esse serviço?

Não (  ). Por que? __________________________________________________________________________________________________________________________

 

Sim ( x). Em que?

Procurar atividades que estas crianças consigam participar; promover atividades que interajam com os alunos, poderá aprender a crescer.

 

13. Como o Professor de AEE se articula com o Professor da sala de aula comum para que ambos possam atender adequadamente as necessidades dos alunos que tem em comum?

Resposta: Nos planejamentos são traçados os objetivos que o aluno pode alcançar durante as aulas.Também são feitas adaptações de avaliações de acordo com os objetivos trabalhados.

 

14. Qual a participação da família no AEE na escola selecionada para a pesquisa?

Resposta: A família está sempre presente tanto nas atividades desenvolvidas e nas reuniões através de diálogos na busca de soluções práticas e conscientização.

 

15. Em que período os alunos frequentam a sala de recursos multifuncionais da escola selecionada para a pesquisa?

·         No período oposto ao das aulas na sala de aula comum.
(x)
·         No mesmo período em que frequentam as aulas na sala de aula comum. Justifique.
Este atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.
(  )

 

16. Outras observações que você considera relevantes a partir da pesquisa realizada.